Será que é o santo que não combina?

Será que é o santo que não combina?
  • “Nosso santo não combina.” 
  • “Eu já vi isso!” 
  • “Estou na mesma situação outra vez!”
  • “Troquei de namorado, mas é a mesma pessoa…”

Certamente você falou ou já ouviu essas frases. Essas sensações podem ter ralação com vidas passadas… ou não! 

 Minha formação foi em medicina e estudei tudo sobre o funcionamento do corpo humano, mas tudo que aprendi não era o suficiente para entender coisas que aconteciam com meus clientes. Até que compreendi que nós não somos seres puramente físicos, vivemos imersos em outras dimensões: emocionais, mentais, energias densas, energias mais sutis. Vi que várias escolas filosóficas, espiritualistas e hoje até psicoterapêuticas falam sobre isso, a multidimensionalidade de ser humano.

Para facilitar a compreensão vamos apenas pensar em duas dimensões (para fins didáticos apenas, pois essa separação não existe). Pense em personalidade/EGO e self/SER. Sendo a personalidade esse eu que conhecemos muito bem, com seus desejos, conceitos, crenças e máscaras e o SER como a nossa parte imortal, nosso eu de sabedoria.

Os conhecimentos quânticos mostram que tudo que é vivo emite vibrações: as cores vibram, os sons vibram e você também tem a sua própria vibração que é uma cominação dos seus pensamentos, sentimentos e ações integrados ou não com o seu SER.  Você emite essas frequências vibratórias e por isso atraí ou repele pessoas e situações. 

Algumas vezes nós temos dificuldades de assumir nosso papel em uma relação ou situação. E acabamos por jogar a responsabilidade do nosso mal-estar, tristeza e conflito nas pessoas ou situações. Você certamente conhece alguém que quando a coisa não acontece como ela esperava, coloca a culpa no chefe incompetente que não sabe mandar, na mãe que não foi carinhosa, no pai que foi ausente ou até mesmo na sorte.  Talvez você também culpe alguém por algo que não está bem na sua vida…

De fato, muitas vezes é difícil olharmos para nós mesmos e assumirmos a mudança necessária, porque simplesmente não conseguimos ver com clareza a situação. Ficamos cegos porque olhamos apenas em uma direção. Nos fazemos de vítima e não assumimos nosso real poder. A vítima não tem força, se tivesse virava a mesa e tomava uma atitude positiva, não é mesmo? Quando podemos olhar com novos olhos a situação e nos responsabilizarmos pela mudança, a vida entra em um novo rumo.

Na Terapia Regressiva Sistêmica entramos em um estado diferenciado de consciência e os conteúdos que emergem  durante o processo  nos permitem olhar para uma outra realidade, uma outra história, muitas vezes totalmente diferente da nossa, mas de alguma maneira relacionada com a situação que estamos vivendo. E a partir daí encontrarmos a melhor saída para nosso dilema.

Existem pessoas que se sente ansiosas sem qualquer motivo racional para tal, e a partir da Hipnoterapia Regressiva Sistêmica ela encontra uma história, uma metáfora que a faz compreender quais os conteúdos inconscientes que a levaram a essa ansiedade.

Outras nos procuram por causa de um relacionamento difícil com o filho, o chefe, a mãe. E nós não vamos trabalhar aquele relacionamento especificamente, mas o sentimento que está presente neste relacionamento. E uma situação semelhante ou talvez completamente diferente aparece onde o sentimento e a sensação estão presentes. A pessoa reconhece e descobre como é possível mudar, onde antes não via qualquer possibilidade de mudança. 

Esse assunto é vasto e desperta o interesse de quem quer aprofundara consciência de si e se autoconhecer, pois Hipnoterapia Regressiva Sistêmica é um recurso vivencial, você experimenta muitas facetas e novas histórias do seu SER.

Às vezes, nos vemos como pessoas tímidas e encontramos um outro eu, extrovertido. Uma pessoa que se sente insegura, descobre um ser confiante. Porque dentro de nós vivem muitos personagens que estão esperando para serem liberados e nos levarem para o caminho que desejamos ir. Esses recursos estão dentro de você. Só precisa acessá-los.

 

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